Há duas abordagens a considerar:
1)– falar a língua e
2)– falar na língua.
O primeiro caso é muito difícil, pois envolve muitos aspectos: morfológicos, sintáticos, semânticos, psicológicos, sociais, culturais, regionais etc.
No segundo caso, falar na língua, é bem mais fácil, pois a pessoa precisa, acima de tudo, aprender a expressar seus pensamentos com o número de palavras, expressões e estruturas que conhece, contando com os outros fatores envolvidos na conversação: gestos, entonação, expressão corporal, especialmente a facial.
Assim, a resposta à pergunta que serve de título a esta parte é; com tantas palavras quantas a pessoa seja capaz de se expressar. A pessoa pode falar na língua usando apenas as palavras que domina dessa língua.
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